CICLOVIAGEM GOIÂNIA – PIRENÓPOLIS – GOIANÉSIA 2020
Viajar de bike é muito mais que transpor uma distância.
É oportunidade de conhecer, se conhecer, relaxar a alma e cansar o corpo, é também momento de interação com aqueles que você confia.
Viajar de bike é muito mais que transpor uma distância.
É oportunidade de conhecer, se conhecer, relaxar a alma e cansar o corpo, é também momento de interação com aqueles que você confia.


Fomos lá pra nossa confra 2018, na Meca do MTB: Pirenópolis.
Excelente ano!
Fizemos um daqueles pedais sadios saindo da casa do Seriema Élvio “Jão”.


E vamos nós.
Pirenópolis (Piri, para os mais íntimos) é sempre muito top!
E fomos lá, subindo os Pirineus no sufoco:

Com direito a fotografia no ventilador





Entrada do parque no melhor estilo
E claro, banho de cachu!




Passeio fechado com chave de ouro e com muita conversa fiada na casa do pai do Mandioca, Sr, Arley, que abriu as portas de sua casa com muito carinho até pros Seriemas que foram sem bike!!




Saboreando um frango tooopíssimo que o Zoião arrumou pra gente.
Em suma, foi top!!!!
Valeu Hooligans pela cia!
Juntamos lá um final de semana em que alguns de nós estávamos igualmente “livres”.
O destino: bate e volta na “Meca” do MTB: Pirenópolis.
Acordamos todos cedo (menos o miserávi do Mancioca!). Partindo do Supermercado Brasil no raiar do dia.
Início do pedal antes das 8.
Como bem sabemos, não há pedal fácil em Piri.
Mas como tudo na vida, quando algo não é fácil, o prêmio vem em dobro.
Logo na subida do Frota, encontramos outros companheiros que faziam o pedal de despedida da atleta olímpica Raiza Goulão.
Até tentamos acompanhar, mas Mandioca teve um pequeno “contratempo” quebrando o canote e já tendo que voltar com menos de 4km de pedal.
Seguimos adiante.
O colega pirenopolino Wanderson Xavier nos aplicou em algumas novas bandas.
E que tanto de pirambeira louca. Tanto subindo quanto descendo.
E subimos. Subimos MUITO! Eu, particularmente, não conhecia a subida do Pedro. Pagamos muitos pecados por ali!
E se Pirenópolis é bonita de perto, lá do alto é ainda mais bela!
Ali naquele alto, passei a refletir sobre o sentimento que a bicicleta muitas vezes no dá. E ali consegui dar um nome a ele: invencibilidade.
Claro que somos seres extremamente frágeis e estamos sempre suscetíveis a muita coisa. E não se trata de prepotência alguma. Mas é de fato, uma sensação que a gente experimenta vez por outra durante o pedal. Seja numa subida duríssima, seja numa descida de alto nível técnico, a sensação de que nada pode nos parar é um estumulante sem tamanho!
E depois de pensar, olhando adiante, vemos a subida dos Pirineus pelo lado de “trás”:
E dá-lhe gosto de sangue na boca e força nas canelas.
Pergunta se vale a pena o sofrimento…….
E assim foi o pedal em Piri: top como sempre!
Só lamentamos muito pelo Mandioca, que ficou sentado num boteco embirrado por ter sentido só um pouco do gostinho do pedal.
E agradecemos demais ao Wanderson por ter nos aplicado em novas pirambeiras lá por aquelas bandas.
Não, não teve “camisa do evento”
Também não teve “medalha de participação”
Muito menos carro para entrar e descansar ao longo do percurso.
O que teve?
Rolou um legítimo dia de BICICLETA DE MONTANHA!!!!
FICOU GRAVADO NA MEMÓRIA UM DIA DE INTENSO MTB COM GRANDES AMIGOS!!
NÃO TEM PREÇO!
19 de junho de 2016
Saída às 07:00, da porta do Bar do Chaguinha em Pirenópolis, Goiás
Café quente pra despertar e esquentar!
Bruno Augusto, Gustavo Carnelosso e Israel Wolf, do MTB2, com auxílio de Guilherme de Almeida e Erasmo Afonso, colocaram a galera pra sair da zona de conforto e curtir a Várzea do Lobo, com trechos novos pra muitos participantes. Pra alguns outros foi oportunidade de vivenciar o que é mesmo o MTB.
Foi lindo demais ver 70 biker’s subindo o Pirineus e depois curtir altas descidas, por estradas cascalhadas, single tracks subiiinnnnnnnndo e desceeeeeeeeennnnnnnnnddddoooo, mas não pense você que ficou canseira demais, ou que o povo não acompanhava. Galera tava com faca nos dentes, sem mimimi!!!
Nos dois pontos de parada rolava lanches, frutas, água, isotônico, frutas e refrigerantes à vontade!!!!!
De quebra, ainda tínhamos o suporte mecânico do Rodrigo Kalango!!!
Enfim, foi satisfação garantida!!!
Veja mais fotos do evento na fanpage:
Esse sim, o LEGÍTIMO Pedal de IDA e VOLTA a Pirenópolis/GO.
Muitos já fizeram o percurso de Goiânia a Pirenópolis, nós do Seriema Pedal já perdemos a conta (confirme), sem falar das passagens no Caminho a Vila de São Jorge (olhe).
Desta vez, em mais uma doidera Seriema, resolvemos de última hora a IR e VOLTAR pedalando.
No nosso estilo, o mais Off Road possível & Autônomo!!
Então fomos – Fernando, Nilson, Romar, Wellington e André!
Saímos da capital já quase às seis da manhã. Eu acordei pensando “To ficando velho pra essas coisas…”
Já de cara o Wellington mostra que o dia era pra tentar tirar o o Título de Rei do Furo, pertencente ao Thiago Cidão, em uma de nossas empreitas de Goiânia à Cidade de Goiás (verifique).
O povo ainda meio baleado e de pouca conversa, mas nada que o café da manhã não resolvesse.
Aí sim. Agora o povo acordou de fato e começaram as zoações de praxe.
Mais um furo na Wellington-bike.
Chegando em Campo Limpo começaram as negociações para o “protesto”, que foi seguido à risca pela turma do fundão – hehehehehehehe
Daí foi deitar o cabelo pra Interlândia, mas sem antes o Romar soltar a conhecida frase:
– Vamos entrar aqui, esse single-track vai cortar um pedaço legal do caminho
Quem nunca foi vítima dessas prosas do Romar que atire a primeira pedra.
No posto de gasolina iniciamos o aquecimento pro almoço com os produtos pra hidratação!
Mais um furo na Wellington-bike.
Estufados seguimos pelo batidão já com a vontade de ver a região do Gato. Putz, como tá bonito e punk aquela região!!
Daí ainda tivemos a satisfação de tomar uma água top na chácara do Wellington (outro Wellington) e também o momento em que André percebe que seu pedal estava com problema, faltando pouco mais que 8 km pra finalizarmos o dia.
Eis que então o Perfeição solta a pérola da trip:
– Vocês podem descer na frente, agora vou dar uma maneirada!
Fomos recebidos pra pouso na casa do grande amigo e ÍDOLO, Paulo Borges, o Paulete, que ainda foi nosso guia gastronômico da noite, após a farra de sempre.