Farra de Natal Serra das Areias 2016

Tradicionalmente como chester no fim de ano, rolou na véspera desse Natal, o último pedal com o Bando.

Ao lado de amigos, como Aurélio Frango, Ademário Pavão Neto entre outros, fomos curtir nossa Serra linda.
Celebrando o pedal e amizade!!

Na ocasião ainda rolou o primeiro pedal da prima do Gustavo Mudin, a “Sula”.
Nada melhor que estrear nas trilhas da Serra com direito a banho de cachoeira, no “Doido Perdido”.


Confra 2016 – Sem foto!

Mais um ano se passa.
Seriema segue unida e sempre em busca de novas trilhas e, de preferência, pelas vias mais difíceis e desafiadoras.
E neste final de semana, foi dia de bebemorar entre os amigos e familiares da forma antiga.
Chácara do Sogro do Seriema Thiaguinho estrategicamente posicionada longe de toda e qualquer antena de Celular, nos fez curtir demais muito som e comida boa com familiares e amigos!
E que a gente possa, cada vez mais, estar “de fato” nas festas.
Com menos selfies e mais corpo presente!
Agradecimento especial ao Thiaguinho, ao sogro e à Dani por ter nos cedido um espaço tão especial como aquele!!!
E agradecimento também aos Supermercados Brasil pelo apoio na festa!!!!

Mentirinha…teve meia dúzia de fotos sim. hihihi.
Clique aqui para ver. 

Dia de Serra

Dia de Serra

Dia de rever amigos



Dia de conhecer

Dia de aprender



Dia de ensinar
Dia de córgo

Foi também Dia de batizado de Apelido:
Felipe do Derúbio agora é MARIBONDI

Como sempre, na Serra nunca é a mesma coisa!!



Viajar é preciso!

Viajar e voar
Os dois grandes anseios do homem.

Voar hoje em dia não é tão dificil como antes, mas foi nas viagens que o homem se encontrou.


Cicloviagem é sem dúvidas a melhor maneira de conhecer lugares e de ser muito bem recebido nesses lugares. Ler mais

Família, Família e…Bike!

Não é de hoje que somos uma grande e verdadeira família!
Salto de Corumbá.
Agosto/2016
Amigos, bike e família.
Combinação mais que perfeita!
Infelizmente, desencontro inacreditável com a família do Romar.
Faz parte.
Fotografias falam por si:

E parabéns ao Seriema Paulo Tapete pelo quinto lugar magnífico na categoria Elite!!!







A Belém – A riqueza que não tem preço

Ao longo dessa presepada do Prof. Sandro, eu (Mudin) e o amigo Nilsinho ficamos incumbidos de irmos contando um pouco do dia a dia da viagem.
Tentamos transcrever fatos, identificar pessoas e, acima de tudo, transmitir um pouco do sentimento do nosso herói viajante ao longo dos dias que se passaram.
Ao longo das conversas, era visível o estado de êxtase do viajante.
Palavras e mesmo vídeos tornaram-se recursos demasiadamente limitados para expressar a grandeza dos sentimentos que cresciam como o pé-de-feijão da historinha do “João e o Pé-de-Feijão”.

Perrengues, belezas naturais, apuros, pessoas maravilhosas, cansaço, mensagem de amigos…..um mix de sentimentos que com certeza foi fazendo uma verdadeira Vitamina de ânimo para enfrentar os 16 dias de viagem…que diga-se de passagem, foram até menos do que o planejado.
E o mais engraçado é que já chegando ao final da viagem, Sandro dizia que estava ficando um pouco triste. Já sentindo falta da estrada e da companhia da Mariana Godoy (nome dado à sua companheira de viagem – a Bike).
Nilsinho falou em determinada mensagem:
“Sabia de duas coisas:
Que você faria isso em menos tempos que o planejamento
e que chegaria com um mundo veí de histórias!”

“Só o kimba!”

E a resposta foi de bate-pronto:
“Mas cara….vocês não estão entendendo…..eu ainda não acreditei que cheguei. Que eu consegui!”
E um dos mais evidentes sentimentos que permeava em todas as mensagens era a GRATIDÃO.
Sandro agradece o tempo todo ao apoio dos demais Seriemas, amigos e companheiros que cruzaram com ele na viagem. E, já que ele é um cristão, agradece muito a Deus também. Por ter dado luz e força ao longo do caminho.

Dia 13 até a chegada a Belém

Cansaço.
Exaustão.
Câimbras.
Formigamento.
Assaduras.
etc.
etc.
etc.
Foco
Força
Fé!
Estes sentimentos parecem traduzir a última pernada do Prof. Sando para a chegada a Belém.

Pausa para registrar o apoio do Davi, do IMABA do Espírito Sandro do Maranhão, que visa acabar com madeireiras clandestinas

E uma última filmada antes de deixar o estado do Maranhão.

“O pedal de hoje foi PUNK DEMAIS! Clima de deserto. Subida, subida e mais subidas!!! 148km!”

E uma das grandes dificuldades relatadas era por conta das vias. Asfalto com muitos buracos. Muito lixo, cacos de vidro, resto de pneus além de gambiarras para escoar água de chuvas. A atenção e a tensão estavam grandes.
E fatos assim, funcionam como combustível ao Prof.
“-Hoje fui parado na estrada por essas duas figuras. Guimarães e Pr. Luiz, perguntando se eu era o Sandro e que estavam acompanhando a viagem e torcendo muito por mim!”

E seguindo a indicação do Seriema Nilsinho, parou no restaurante “Trem Bão”, há 35 km de Belém.
E recepção topísisma com direito até a sanfoneiro!!!

“-Galera….estou encabulado! Cada dia estou ficando mais forte! A única explicação é Cristo na causa!”
E….como não poderia ser diferente do que acontece sempre lá pelas regiões do Norte do Brasil….a recepção foi uma chuva torrencial que obrigou nosso herói a parar embaixo de um abrigo.
Asfalto seco e partiu-se para o destino final.
Com direito a escolta de companheiros em uma bicicleta Tandem!

E a recepção pelo companheiro Taciano da Taciclo foi excelente! Colega tem 40 anos de ciclismo e algumas preciosidades guardadas em casa.

E mesmo tendo chegado, as mensagens do Prof. Sandro para o grupo é de que ele não estava acreditando que isto estava acontecendo. 
Quando questionado se já se passava um filme em sua cabeça com os vários momentos da viagem, Sandro foi enfático em dizer que ainda não se passava nada. Era um vazio na mente. Apenas o sentimento de gratidão transbordava nele. 
Fiquem ligados que depois de ter caído a ficha, tem relato do Sandrão por aqui!!!

Paracambike 2016 – Seriemas no RJ!!!

Em 2015, Seriemas já haviam sido extremamente bem recebidos lá em Paracambi, pelas bandas do Rio de Janeiro.
Lá, reside maior parte da galera do Paracambike, grupo de pedal apaixonado pelas magrelas, assim como nós.
A recepção fora tão boa, que decidimos voltar em 2016 para corrermos a Marathon Paracambike novamente.

As palavras são inexistentes para descrever o carinho mútuo que temos entre nós.
Risadas e diversão são mato quando nos encontramos.
Sexta feira a recepção já foi top no Restaurante do Raul. Ponto de encontro enerno da galera da Paracambike. Depois de muito nos “hidratarmos”, tratamos logo de dormir (mentira, destruímos a casa do Mandioca de tanta bagunça q fizemos).

Já no Sábado cedo (todos ressaqueados), nos juntamos com o representante do grupo Hooligans de Goiânia (Thiagueira) e partimos para o reconhecimento de parte da prova.
Assim como aconteceu no ano passado, a goianada ficou completamente deslumbrada com os visuais. Coisa bem diferente do cerrado que estamos acostumados.

A prova já estava praticamente toda marcada e fizemos o percurso sport.
Ao longo do percurso, sempre avistamos a famosa/tenebrosa subida da Petrobrás. Nada menos que 3 quilômetros de subida com 400 metros de ascensão (Para se ter uma ideia, a Subida da Macaca tem 1,7km e sobe 180 metros).
A tarde, fomos fazer os 15kms finais da prova para ajudarmos na marcação.

(Piadinha intena)

Diversão pura e oportunidade única de vivenciar ainda mais os locais por onde passamos.
A noite, foi mais farra durante o jantar depois da entrega de kits.

E domingo foi dia de sofrer na prova.
Eu (mudinho) e Thiagueira na categoria dupla e Larissa na Elite Feminina.
Prova topíssima em todos os âmbitos. Kit show, largada pontual e marcação impecável! Sem dúvida, não há como colocar defeito algum!
Sobre os resultados, muito infelizmente, batemos (todos) na trave (ou travessão…como queiram!).
O sofrimento foi enorme!
Mas só de termos completado, ficamos todos extremamente felizes.

E fica aqui nosso agradecimento à galera da Paracambike, especialmente nas pessoas do Altair, Glauber e o (também Seriema) Mandioca e à Lina Monteiro que foi fundamental para o nosso apoio antes, durante e após a prova!
Ah….e valeu Thiagueira pela “mãozinha”….kkkKK!!!!

Dias 10 a 13 do Prof. Sandro rumo a Belém

Dessa vez, um relato tentando “incorporar” a visão do Prof. Sandro, com narração em primeira pessoa:
“Viagem que segue.
Incrível as pessoas que encontro pelo caminho. É como se cada uma delas tivesse um universo inteiro dentro de si.
O Brasil é de fato grande.
Mas o povo que o habita, é imenso!
O andar da bicicleta, definitivamente, rompe barreiras. E não estou me referindo aqui a barreiras de distância física entre um ponto “A” e um ponto “B”.
Me refiro à barreira cultural. Econômica. Intelectual. Sentimental. Emocional.
A cada encontro com outros indivíduos, é uma nova história que se abre como um livro à minha pessoa.

Andarilhos, caminhoneiros, trabalhadores de estabelecimentos ao longo da rodovia, pais que vivem longe da família…
Cada uma das pessoas por quem passo e com quem troco idéias (por mais breves que sejam), acabam se abrindo. Diria que ficam quase “nús” em termos de sentimento. E compartilham comigo um pedacinho bem significante de suas histórias. Dos seus sentimentos. Suas vontades. Seus sonhos.
E a bagagem se enche de novos contos. Novas experiências.
Algo interessante que percebi, é a vontade de grande parte dessas pessoas em ser reconhecida.
Ser vista. Ser ouvida.
As pessoas “só” querem ser tratadas com respeito e nada melhor que um sorriso sincero que a gente possa dar a elas.
A viagem se seguiu dentro dessa filosofia e os locais e as pessoas são impossíveis de serem descritos(as) em palavras ou fotografias.

Há 20km da divisa do Tocantins e o Maranhão, eis que me deparo com chapadões magníficos.
Na cidade de Carolina, recebi hospedagem de cortesia na Pousada Belo Sono.
Encontro com Euler, da Igreja Batista de Carolina.

Os amigos Vilmar Rege e Huelinton, que além de terem feito companhia em parte da viagem, fizeram uma das melhores fotografias da viagem:

E pausa para comer:

Jantar delicioso oferecido pelo Sr. Dedeco, proprietário do Mocotozin:

Pausa em um criadouro de peixes, para ver uma magnífica criação de Pirarara com o colega Hueliton Cruz.

E a receptividade em Estreito no Maranhão foi magnífica! Vibrações extremamente valiosas que revigoram as energias!

Em Imperatriz do Maranhão, recebido pelo Prof. François Sabareza, não foi diferente. Inclusive, com pouso oferecido.

Até a bicicretinha dormiu junto com esta navegação inacabada.

Destque ainda para a presença do Seriema Max também em Imperatriz do Maranhão, que veio me receber e me prestigiar.

Por fim, Sandrão enviou a seguinte mensagem:
“Moçada, continuem com boas vibrações. Vou precisar demais da conta. Vejo que a viagem está acabando e não posso perder a concentração. A perda de atenção e o desgaste são mosntros!”

Segue Vídeo:
E a chegada do Sandro ao encontro do Seriema Max